Cobrança e defesa
Cobrança, execução e defesa do devedor.
Relações privadas
Dívida não paga, contrato descumprido, dano causado por outra pessoa ou empresa: são situações diferentes que costumam chegar juntas à mesma pergunta — o que dá para fazer.
O que entra aqui
Relações pessoais, patrimoniais e empresariais podem gerar obrigações, cobranças, pedidos de reparação ou necessidade de defesa.
Nem toda situação vira processo, e nem todo processo é o caminho mais curto. A primeira análise serve para separar o que tem base documental, o que depende de prova a produzir e o que se resolve antes de litigar.
Causas de menor complexidade podem seguir pelo Juizado Especial Cível, que tem procedimento e limites próprios. Questões de patrimônio deixado por alguém correm por inventário e sucessões.
Cobrança, execução e defesa do devedor.
Indenização por danos materiais e morais.
Revisão, resolução e cumprimento de contratos.
Responsabilidade civil.
Direito do consumidor.
Posse, propriedade e conflitos imobiliários.
Antes de processar
Quando há risco de perder o direito enquanto o processo corre, existem tutelas de urgência. Quando a prova pode desaparecer — um bem que será reformado, uma testemunha que se afasta —, existe a produção antecipada de prova.
São medidas que dependem de agir cedo. Por isso a data em que o problema apareceu costuma pesar tanto quanto o problema em si.
Apresentar a situaçãoDocumentos úteis
Perguntas frequentes
Depende do caso e do caminho. Causas de menor complexidade podem seguir pelo Juizado Especial Cível, com procedimento mais simples. A análise considera valor, prova disponível e chance de solução antes do processo.
Nem sempre. Mensagens, comprovantes de pagamento, notas fiscais e o comportamento das partes também servem como prova. O contrato facilita, mas a falta dele não encerra a discussão.
Os prazos variam conforme o tipo de relação e de dano, e correm mesmo sem que a pessoa saiba. Por isso a orientação é procurar análise assim que o problema aparece, não quando ele se agrava.
Em muitos casos sim, por negociação ou acordo formalizado. Um acordo bem redigido encerra a discussão; um acordo malfeito costuma voltar depois.
Direito Cível
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