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INSS e acidente de trabalho

Auxílio-acidente: quando o trabalhador pode ter direito?

O auxílio-acidente pode ser analisado quando, após acidente, o trabalhador fica com sequela permanente que reduz sua capacidade para a atividade habitual. A avaliação depende de documentos médicos, perícia e histórico profissional.

Nem toda sequela gera automaticamente direito ao auxílio-acidente. O ponto central é verificar se houve redução permanente da capacidade para o trabalho normalmente exercido, ainda que o trabalhador consiga continuar trabalhando.

O que é o auxílio-acidente?

É um benefício de natureza indenizatória pago pelo INSS em situações em que um acidente deixa sequela permanente e reduz a capacidade laboral. A análise costuma envolver perícia médica e documentos que demonstrem a lesão, a sequela e o impacto na atividade profissional.

Quais situações costumam exigir análise?

  • Acidente de trabalho com fratura, amputação, limitação de movimento ou perda funcional.
  • Acidente fora do trabalho que deixou sequela permanente.
  • Redução de força, mobilidade, audição, visão ou capacidade física.
  • Alta do INSS sem avaliação adequada da sequela.
  • Retorno ao trabalho com limitações permanentes.
  • Discussão sobre CAT, benefício acidentário e nexo com o trabalho.

Documentos importantes

Laudos, exames, prontuários, atestados, relatórios médicos e documentos do INSS ajudam a demonstrar a existência da sequela e sua evolução. Também podem ser relevantes a carteira de trabalho, descrição da função, CAT, PPP e documentos sobre afastamento.

Quando o acidente tem relação com o trabalho, a situação pode envolver tanto Direito Previdenciário e INSS quanto Acidente e Doença do Trabalho.

O trabalhador precisa estar afastado para receber?

O auxílio-acidente pode ser discutido mesmo quando a pessoa retorna ao trabalho, desde que exista sequela permanente com redução da capacidade. A análise depende do conjunto de provas e da perícia.

Perguntas frequentes

Qualquer acidente gera auxílio-acidente?

Não. É necessário analisar se houve sequela permanente e redução da capacidade para o trabalho habitual.

Preciso ter recebido auxílio-doença antes?

Essa questão depende do histórico do caso, dos documentos do INSS e da situação médica. A análise deve considerar o benefício anterior, se houve.

Se o INSS negou, ainda posso discutir?

A negativa pode ser analisada a partir da carta de indeferimento, processo administrativo, laudos, exames e demais provas disponíveis.

Cada caso depende de análise individual.

Ficou com sequela após acidente?

A avaliação dos documentos médicos e previdenciários ajuda a identificar quais caminhos podem ser analisados.

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